Augusto Cury pede independência do STF em ato de campanha no Rio

Candidato do Avante participou de evento em Copacabana e defendeu transparência na apuração de possíveis indícios de corrupção na Corte

Da
Redação
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Augusto Cury participou de ato de campanha em Copacabana e falou sobre independência do STF e segurança pública.Instagram/Augusto Cury
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Augusto Cury, candidato à Presidência pelo Avante, pediu independência e transparência do Supremo Tribunal Federal (STF) durante um ato de campanha realizado na manhã desta segunda-feira (7), em Copacabana, no Rio de Janeiro. O evento ocorreu sob chuva e teve um trio elétrico como palco.

As declarações foram dadas em meio à crise mencionada no material sobre a Corte e ao embate entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes. Cury também criticou a polarização política e apresentou propostas relacionadas à segurança pública.

Cury defende independência do STF

Durante o ato, Cury afirmou que o Supremo deve atuar com independência e que a instituição precisa ser respeitada. Ao mesmo tempo, disse não estar tomando partido por um ministro específico.

Em entrevista após o discurso, o candidato citou os ministros André Mendonça e Edson Fachin ao defender que magistrados tenham autonomia para apurar possíveis indícios de corrupção.

A declaração foi apresentada no material como parte de uma crise interna no STF. O texto, no entanto, não informa qualquer conclusão sobre as suspeitas mencionadas nem aponta decisão judicial definitiva sobre o caso.

Ministros travam embate interno

Segundo o material, André Mendonça e Alexandre de Moraes protagonizam um embate interno após Mendonça tornar público um relatório encaminhado à Polícia Federal.

O documento teria solicitado a apuração de trocas de mensagens entre Moraes e Daniel Vorcaro, identificado no texto como ex-dono do Banco Master.

O STF tem de ter independência, temos que respeitar o STF”

Augusto Cury, candidato à Presidência pelo Avante

Cury mencionou o episódio para sustentar a necessidade de transparência na Corte. As informações fornecidas não detalham o conteúdo das mensagens, o teor completo do relatório ou o andamento de eventual investigação.

Candidato critica polarização política

Além das críticas direcionadas ao ambiente político, Cury afirmou que não se submete a políticos, celebridades ou reis. Ele disse que sua referência política é o povo.

O candidato também avaliou que o país está dividido por uma disputa política marcada por egos. A declaração foi feita em entrevista depois do ato em Copacabana.

Na mesma ocasião, Cury criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio, citado no material sem sobrenome ou identificação adicional. Ele questionou a experiência dos dois em agricultura e relacionou o tema à definição do futuro do setor.

Ato reúne campanha em Copacabana

O evento ocorreu na manhã de segunda-feira (7), em Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro. Cury discursou sobre um trio elétrico, apesar da chuva.

A atividade teve caráter eleitoral e serviu para o candidato apresentar posições sobre o STF, a polarização política e a segurança pública.

O material fornecido não informa o número de participantes, a duração do ato ou outras atividades previstas na agenda de campanha de Cury para o mesmo dia.

Muito pior que o crime organizado é um estado desorganizado, que não se preocupa em dar segurança ao brasileiro”

Augusto Cury, candidato à Presidência pelo Avante

Cury propõe integrar polícias

Na área de segurança pública, Cury afirmou que pretende integrar a Polícia Rodoviária Federal à Polícia Militar caso seja eleito presidente.

A proposta foi apresentada sem detalhamento sobre o modelo de integração, a divisão de atribuições ou os recursos necessários para colocá-la em prática.

O candidato também tratou do crime organizado e relacionou o avanço da criminalidade à falta de organização do Estado na oferta de segurança aos brasileiros.

Declarações marcam campanha presidencial

O discurso combinou críticas ao funcionamento da política, defesa de autonomia para o STF e uma proposta de articulação entre forças de segurança.

Ao citar a investigação envolvendo ministros e possíveis indícios de corrupção, Cury apresentou sua posição política sobre o episódio, sem afirmar que houvesse crime comprovado.

As declarações registradas no material refletem a fala do candidato durante o ato. Não foram fornecidas respostas de outros candidatos, dos ministros citados ou das instituições mencionadas.

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