Homem mata companheira, mostra vídeo do corpo a amigos e foge em SP

Dioney Santos Celestino é procurado pela Polícia Civil após o feminicídio de Laysa Cristine Neris da Silva Bonfim; suspeito tem passagem anterior pelo mesmo crime

Da
Redação
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Delegacia de Defesa da Mulher conduz as investigações sobre o feminicídio registrado em Suzano, na Grande São Paulo.
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A Polícia Civil de São Paulo intensificou as buscas por um homem de 29 anos apontado como o principal suspeito de assassinar a companheira em Suzano, na região metropolitana. O crime ocorreu na noite de última segunda-feira (21/9), em uma residência situada no Jardim Varan. O caso é conduzido pelas autoridades locais e gerou forte comoção entre familiares e conhecidos da vítima, que não sabiam do relacionamento.

A vítima foi identificada como Laysa Cristine Neris da Silva Bonfim, de 23 anos. O corpo da jovem foi encontrado por parentes no interior do imóvel localizado na Rua Geni Gusmão dos Santos. Diante da gravidade da situação, a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Suzano assumiu a investigação para esclarecer a dinâmica exata do feminicídio e apurar o paradeiro do suspeito foragido.

Investigado exibe vídeo e foge

Conforme os relatos prestados por familiares e testemunhas à polícia, o comportamento do suspeito após o crime agravou ainda mais a gravidade da ocorrência. Dioney Santos Celestino teria mostrado um registro em vídeo da vítima já morta a conhecidos na região. Além disso, o investigado teria se vangloriado perante moradores do bairro de supostamente ter cometido outros homicídios anteriores.

As autoridades policiais agora buscam verificar a veracidade dessas declarações sobre eventuais crimes passados mencionados pelo suspeito. Durante as diligências iniciais, os investigadores constataram que o homem já possuía registros criminais anteriores na Justiça, incluindo passagens por feminicídio. A apuração policial continua concentrada em localizar o paradeiro do foragido para efetuar sua prisão.

A família da vítima prestou depoimento na delegacia municipal e relatou às autoridades que desconhecia o fato de Laysa estar morando com o investigado. Amigas de infância da jovem também acionaram os órgãos competentes ao notarem indícios de que algo grave havia acontecido após as revelações feitas pelo principal suspeito na vizinhança.

Polícia Civil busca paradeiro

As equipes da segurança pública realizam diligências contínuas na região metropolitana para localizar Dioney Santos Celestino. A fuga ocorreu logo após a exibição do material gráfico aos conhecidos, o que mobilizou as forças policiais em torno de denúncias anônimas e pistas sobre o paradeiro do investigado. A prioridade imediata da corporação consiste em capturar o foragido.

O histórico criminal do suspeito adiciona complexidade ao caso apurado pela Delegacia de Defesa da Mulher. A apuração detalha os antecedentes judiciais do homem, enquanto peritos criminais analisam o local onde o corpo foi descoberto pelos familiares. O objetivo técnico é reunir provas materiais suficientes para robustecer o inquérito policial em andamento.

A comunidade local e os parentes da vítima cobram celeridade na elucidação dos fatos e na captura do responsável. A investigação policial permanece aberta para colher novos depoimentos e esclarecer todas as circunstâncias que envolveram a morte da jovem de 23 anos em Suzano.

Familiares relatam surpresa

O choque pela perda foi agravado pelo fato de os parentes não terem conhecimento prévio sobre a convivência entre Laysa e o suspeito. Em depoimentos formais prestados na delegacia, os familiares destacaram que a jovem mantinha distância ou não havia formalizado o vínculo residencial com o companheiro investigado pelo crime.

A descoberta do corpo ocorreu quando parentes se dirigiram à residência no Jardim Varan e depararam com a cena trágica. A partir desse momento, as informações sobre a conduta posterior do suspeito começaram a surgir por meio de relatos de conhecidos que tiveram contato com o homem logo após o feminicídio.

O suporte psicológico e a orientação aos familiares têm sido acompanhados pelas autoridades locais enquanto o inquérito policial avança. A tipificação do caso como feminicídio aciona os protocolos especializados de proteção e investigação de crimes de violência contra a mulher no estado de São Paulo.

Delegacia especializada conduz caso

A condução das investigações pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) garante que o caso receba o tratamento técnico adequado previsto para crimes de gênero. As delegacias especializadas do estado atuam de forma prioritária em ocorrências de violência extrema contra mulheres, empregando equipes capacitadas para lidar com o perfil desse tipo de delito.

Os investigadores analisam os vestígios recolhidos no endereço do crime e cruzam informações com os antecedentes criminais do suspeito. A apuração também investigará o contexto das ameaças proferidas pelo homem a moradores locais a respeito de supostos crimes anteriores cometidos por ele em outras ocasiões.

A cooperação da população por meio de denúncias tem sido considerada relevante pelas autoridades para tentar localizar o paradeiro do foragido. Informações que auxiliem o trabalho policial podem ser repassadas aos canais oficiais de segurança do estado de São Paulo de forma sigilosa.

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