Um policial militar foi preso temporariamente nesta segunda-feira (7), em Embu das Artes, na região metropolitana de São Paulo, sob suspeita de feminicídio. A vítima, Larissa Cruz Morata, de 29 anos, morreu com um tiro na cabeça dentro do banheiro da casa onde morava com o soldado.
Segundo as informações divulgadas pela Secretaria Estadual da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o próprio policial chamou a Polícia Militar e afirmou que havia encontrado a mulher morta ao acordar. A Polícia Civil trata o caso como morte suspeita e mantém a investigação em andamento.
Polícia cumpre prisão temporária
A Polícia Civil cumpriu o mandado de prisão temporária contra Vinícius Costa Silva na tarde de segunda-feira (7). A medida foi decretada durante a apuração das circunstâncias da morte de Larissa.
Conforme a SSP-SP, os investigadores identificaram indícios de uma possível infração penal a partir da dinâmica dos fatos e de elementos reunidos inicialmente. A secretaria, no entanto, não divulgou detalhes adicionais sobre essas evidências.
Por isso, a prisão ocorre no curso da investigação e não representa uma condenação. A suspeita ainda deverá ser analisada pelas autoridades responsáveis pelo caso.
Investigação apura morte da mulher
Larissa foi encontrada morta no banheiro da residência do casal, em Embu das Artes. O material divulgado não informa quando o disparo ocorreu nem apresenta a versão detalhada do policial sobre a dinâmica da morte.
A SSP-SP informou que a Delegacia de Embu das Artes conduz as diligências. Os investigadores devem buscar esclarecer as circunstâncias do disparo e os acontecimentos anteriores à localização do corpo.
Enquanto isso, o caso permanece registrado como morte suspeita. A classificação pode ser alterada conforme o avanço da apuração e a análise dos elementos coletados.
Corregedoria apresenta policial militar
Por ser soldado da Polícia Militar, Vinícius foi apresentado pela Corregedoria da corporação após o cumprimento da ordem judicial.
Depois da apresentação, ele será encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, identificado pela sigla PMRG. A informação foi divulgada no relato sobre o cumprimento da prisão.
A custódia em unidade militar está relacionada à condição funcional do suspeito. O material disponível não informa a data de uma eventual audiência de custódia nem registra manifestação da defesa.
Delegacia reúne elementos do caso
A investigação considera a dinâmica da ocorrência e os elementos objetivos obtidos inicialmente, segundo a SSP-SP. A secretaria não especificou quais provas foram analisadas para fundamentar o pedido de prisão temporária.
Também não foram divulgadas informações sobre perícia no local, exames complementares ou depoimentos de testemunhas. Esses dados podem ser incorporados ao inquérito à medida que as diligências avancem.
A apuração deverá esclarecer, entre outros pontos, como o disparo aconteceu e qual foi a sequência dos fatos antes da chegada da polícia. Por enquanto, essas questões continuam sem resposta oficial no material disponível.
Caso segue sob apuração
A SSP-SP afirmou que as diligências continuam para esclarecer todos os fatos. A Polícia Civil ainda não apresentou uma conclusão sobre a autoria ou sobre a classificação definitiva da morte.
O inquérito também deverá reunir informações sobre o local, a arma e as circunstâncias relatadas no chamado feito à Polícia Militar. No entanto, o material fornecido não detalha esses procedimentos.
Até a conclusão da investigação e eventual decisão judicial, Vinícius deve ser tratado como suspeito. Larissa é identificada no caso como a mulher de 29 anos que morreu dentro da residência do casal.
Prisão não encerra investigação
A prisão temporária permite que o suspeito permaneça sob custódia durante a etapa investigativa, mas não encerra a apuração. As autoridades ainda precisam esclarecer a dinâmica da morte e avaliar os elementos reunidos.
O caso envolve uma acusação de feminicídio, porém a SSP-SP informou que a ocorrência é investigada, neste momento, como morte suspeita pela Delegacia de Embu das Artes.
Novas informações poderão definir os próximos passos do inquérito. Até o momento, não foram divulgadas manifestação da defesa, decisão judicial posterior ou conclusão oficial sobre o crime.


