Uma criança de apenas três anos de idade retornou para casa apresentando diversos hematomas visíveis no rosto após passar o dia em uma creche localizada na cidade de Duque de Caxias, situada na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. A situação foi notada pelos familiares no período da tarde, gerando forte preocupação e mobilização imediata em busca de respostas sobre o ocorrido dentro da instituição de ensino infantil. Enquanto isso, o episódio passou a ser alvo de apuração rigorosa por parte das autoridades policiais do estado para determinar a origem dos ferimentos e eventuais responsabilidades criminais.
Mãe nota ferimentos e registra ocorrência
De acordo com os levantamentos iniciais das autoridades, a mãe percebeu que o filho estava machucado na tarde de uma sexta-feira. Diante das marcas evidentes, ela tentou conversar com o menino para entender o que havia acontecido durante o período em que ele permaneceu sob os cuidados da creche. No entanto, inicialmente a vítima não conseguia detalhar a dinâmica dos fatos devido à pouca idade.
Após novas perguntas e tentativas de diálogo, o garoto relatou para a família que teria sofrido agressões praticadas por uma funcionária da unidade escolar, a quem costumava chamar de tia. Conforme o relato prestado às autoridades, a educadora seria a responsável por cuidar diretamente dos pequenos naquele turno.
No dia seguinte ao episódio, a mãe decidiu procurar uma delegacia de polícia para formalizar a denúncia. No registro policial, ela afirmou que o filho teria sido submetido a episódios de violência física que incluíram tapas e socos desferidos por uma das trabalhadoras da instituição de ensino.
Hospital atende vítima e exames são realizados
Logo após notar a gravidade das marcas no rosto da criança, a responsável levou o menino para atendimento médico no Hospital Adão Pereira Nunes. A unidade de saúde prestou os primeiros socorros necessários e avaliou o estado físico do menor de idade após a denúncia de violência dentro do ambiente escolar.
Além da avaliação médica inicial na rede de saúde, a Polícia Civil do Rio de Janeiro solicitou a realização de exames periciais formais. Dessa forma, a criança foi submetida a um exame de corpo de delito para que peritos criminais possam atestar formalmente a natureza e a extensão da violência física sofrida.
A realização do procedimento técnico é considerada fundamental para embasar o inquérito policial em curso. Os laudos periciais auxiliam diretamente na comprovação material dos abusos relatados pela família na delegacia.
Polícia Civil conduz inquérito em delegacia
O caso foi oficialmente registrado na delegacia e a apuração dos fatos ficou sob a responsabilidade da 59ª Delegacia de Polícia, situada no município de Duque de Caxias. A corporação informou que o procedimento investigativo segue em andamento para esclarecer todos os detalhes do ocorrido.
A investigação está em andamento na 59ª DP e a criança realizou exame de corpo de delito para apurar os fatos.
Além do aguardo pelos laudos periciais definitivos, a equipe de investigação da Polícia Civil realiza novas diligências na região. O objetivo principal das autoridades é ouvir testemunhas e reunir elementos informativos que possam confirmar a dinâmica dos acontecimentos na creche.
A instituição de ensino ainda não teve detalhes adicionais divulgados sobre medidas administrativas internas tomadas em relação à funcionária citada. As autoridades seguem trabalhando para concluir a apuração com celeridade.
Diligências buscam esclarecer responsabilidades
As próximas etapas do inquérito policial envolvem a coleta de depoimentos de pessoas que trabalham na instituição ou que tiveram contato com a rotina da creche no dia do incidente. A polícia busca traçar um panorama completo da rotina do estabelecimento educacional.
A apuração de crimes cometidos contra menores em ambientes que deveriam garantir proteção e segurança gera forte comoção social. Por essa razão, os órgãos de segurança pública tratam a ocorrência com prioridade para assegurar a elucidação completa dos fatos.
A população local e os pais de outros alunos cobram respostas rápidas da administração escolar e da justiça. As autoridades reforçam que qualquer nova informação relevante será incorporada aos autos conforme o avanço das diligências.


