Putin recebe enviados de Trump em Moscou para discutir guerra na Ucrânia

Steve Witkoff e Jared Kushner se reuniram com o presidente russo no Kremlin; não havia anúncio de acordo até a última atualização.

Da
Redação
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Putin se reuniu no Kremlin com os enviados americanos Steve Witkoff e Jared Kushner para discutir a guerra na Ucrânia.
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, recebeu neste sábado (5), no Kremlin, os enviados especiais dos Estados Unidos Steve Witkoff e Jared Kushner. A reunião tratou das negociações para encerrar a guerra na Ucrânia, segundo o material que informou o encontro.

Antes das conversas, Putin classificou como difícil a situação que seria debatida com os representantes americanos. Até a última atualização disponível, não havia informação sobre um acordo ou sobre medidas concretas resultantes da reunião.

Putin recebe delegação no Kremlin

Witkoff e Kushner chegaram a Moscou para negociar sobre o fim da guerra na Ucrânia. Os dois participaram da reunião com Putin no Kremlin.

O encontro ocorreu em um momento de contatos entre Moscou e Washington sobre o conflito. A pauta descrita no material concentra-se nas possibilidades de negociação para o encerramento da guerra.

Putin esteve à frente da delegação russa na conversa. Do lado americano, Witkoff e Kushner atuaram como enviados especiais.

Negociações abordam guerra na Ucrânia

A guerra na Ucrânia foi o tema central informado para a visita da delegação dos Estados Unidos a Moscou. O material não detalha propostas apresentadas pelas partes.

Putin indicou que as questões a serem discutidas eram difíceis. A declaração ressalta a complexidade atribuída pelo presidente russo à agenda da negociação.

Além disso, não foram divulgados no material os termos de uma eventual iniciativa conjunta. Também não havia indicação de cronograma para novas conversas.

Kremlin vê contatos como benéficos

Putin afirmou que os contatos entre Moscou e Washington são sempre benéficos. Segundo ele, a Rússia considera conveniente trabalhar com os representantes americanos.

A manifestação foi feita no contexto da reunião com Witkoff e Kushner. Dessa forma, o presidente russo associou os canais de diálogo com os Estados Unidos à discussão sobre a guerra.

O material, porém, não informa se houve convergência entre as posições russas e americanas. Tampouco relata compromissos assumidos durante o encontro.

Trump envia mensagem a Putin

Witkoff disse que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou seus melhores votos a Putin. Ele também relatou um agradecimento de Trump pela interrupção de ataques durante a visita da delegação americana.

A referência à interrupção de ataques apareceu ligada à presença dos enviados em Moscou. No entanto, o material não especifica quais ataques foram suspensos nem por quanto tempo.

Também não há, na informação disponível, detalhes sobre como a interrupção foi organizada. O relato atribui a mensagem e o agradecimento a Witkoff.

Rússia promete segurança aos mediadores

Putin afirmou que a Rússia fará todo o possível para garantir a segurança dos mediadores. A declaração ocorreu durante a reunião no Kremlin.

O compromisso citado pelo presidente russo se relaciona à presença da delegação americana em Moscou. Ainda assim, o material não descreve medidas específicas de segurança.

Não foram identificados outros participantes ou mediadores além de Putin, Witkoff e Kushner. A informação disponível tampouco detalha a duração da conversa.

Encontro termina sem resultado divulgado

Até a última atualização, não havia anúncio de acordo entre Rússia e Estados Unidos sobre a guerra na Ucrânia. O material classificava a cobertura como em atualização.

Por isso, permaneciam sem resposta pública pontos como eventuais propostas discutidas e os próximos passos das negociações. Não havia registro de declaração conjunta das partes.

A reunião, contudo, formalizou mais um contato entre Moscou e Washington com a guerra na Ucrânia no centro da agenda. Novas informações dependem de atualizações oficiais ou das partes envolvidas.

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