Benedita lidera corrida ao Senado no RJ; embolou disputa pela 2ª vaga

Nova sondagem do Paraná Pesquisas aponta a deputada federal na ponta, enquanto embolado cenário técnico define a retaguarda na corrida eleitoral fluminense.

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Redação
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Eleitores do estado do Rio de Janeiro voltam às urnas em outubro para definir duas cadeiras no Senado Federal.
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A deputada federal Benedita da Silva (PT) aparece na liderança isolada da corrida pelo Senado Federal no estado do Rio de Janeiro, registrando 32% das intenções de voto. É o que aponta o levantamento realizado pelo Paraná Pesquisas e divulgado nesta quarta-feira (23/9), que desenha o cenário atual para as eleições gerais de 2026 no território fluminense.

A sondagem entrevistou 1,6 mil eleitores distribuídos por 56 municípios fluminenses entre os dias 20 e 22 de setembro de 2026. O grau de confiança estabelecido para os dados coletados é de 95%, com margem de erro estimada em 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, conforme o registro oficial da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RJ-04036/2026.

Candidatos definem empate técnico na retaguarda

Enquanto a primeira posição apresenta vantagem consolidada da petista, a disputa pela segunda vaga ao Senado no Rio de Janeiro permanece totalmente aberta. Quatro nomes figuram embolados em empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa eleitoral.

O ex-prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) aparece na segunda colocação numérica com 19,5% das intenções de voto. Logo atrás, em uma faixa estreita de variação, posicionam-se o deputado federal Pedro Paulo (PSD), com 17,3%, o deputado federal Carlos Jordy (PL), com 16,8%, e o senador Carlos Portinho (PL), que marca 16,2%.

A proximidade entre esses quatro concorrentes evidencia a volatilidade da retaguarda na disputa fluminense. Com o dobro de vagas em jogo no estado para o Senado Federal, a movimentação dos eleitores nas próximas semanas deve intensificar a concorrência por essa fatia do eleitorado.

Outros nomes pontuam no levantamento estadual

Atrás do grupo principal, outros candidatos também pontuam no levantamento estatístico divulgado pelo instituto. Waguinho (Republicanos) registra 6,9% das intenções de voto, seguido de perto pela deputada estadual Monica Benicio (Psol), que alcança 6,7%.

O quadro prossegue com Marcos Dias (PSC) somando 3,3%, Paula Falcão (PSTU) com 1,9%, e Michelly Xavier (UP) com 1,8%. Também pontuam Luciano Mattos (PRTB), com 1,5%, Helio Secco (Missão), com 1,4%, além de Luiz Eugênio (PCO), Vinicius Benevides (UP) e Ó Clemente (Democrata), todos com 0,9% cada.

O eleitorado que demonstra indecisão, optando por não saber ou não opinar, representa 7,4%. Já os eleitores que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos somam 12,8% do total de entrevistados.

Pesquisa registra evolução na corrida eleitoral

Na comparação com a sondagem anterior realizada pelo mesmo instituto, divulgada no dia 8 de setembro, Benedita da Silva apresentou oscilação positiva, passando de 30,7% para os atuais 32%. A candidata mantém constância na ponta da preferência dos votantes fluminenses.

Entre os principais concorrentes da segunda vaga, Marcelo Crivella registrava 20,5% no levantamento passado e agora pontua com 19,5%. Pedro Paulo oscilou de 17,8% para 17,3%, enquanto Carlos Jordy apresentou crescimento ao subir de 14,1% para 16,8%.

Com o avanço do calendário eleitoral, a dinâmica das campanhas nas ruas e nas redes sociais ganha peso decisivo. O Rio de Janeiro elege dois representantes para o Senado Federal em outubro, tornando a disputa pela segunda vaga um dos principais focos de atenção dos partidos políticos.

Eleitores avaliam cenários para outubro

A disputa ao Senado no Rio de Janeiro atrai atenções pelo volume de candidatos competitivos na praça. A definição dos nomes que ocuparão as cadeiras em Brasília depende diretamente do comportamento do eleitor nas semanas finais.

Analistas políticos apontam que o alto percentual de indecisos e eleitores inclinados ao voto nulo ou em branco pode mudar o panorama. A margem de erro permite oscilações que alteram a ordem na retaguarda da corrida.

O registro regular da pesquisa junto ao TSE garante a conformidade legal para a divulgação dos números no estado. Novas rodadas de consultas populares devem medir o impacto das propagandas eleitorais até o dia da votação.

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