Megaoperação contra tráfico e homicídios mobiliza polícia em quatro estados

Batizada de Operação Eirene II, ação coordenada pela Ficco cumpre mandados na Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Goiás

Da
Redação
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Ação integrada mobilizou agentes de segurança na Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Goiás para cumprir mandados judiciais.Divulgação/Polícia Federal
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Forças de segurança deflagraram na manhã desta quarta-feira (16/9) a Operação Eirene II, uma megaoperação voltada a desarticular uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, homicídios, lavagem de dinheiro, extorsão e crimes envolvendo armas de fogo. A ação ocorre simultaneamente nos estados da Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Goiás, com foco principal na Bahia.

A ofensiva é coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco/BA) e conta com a atuação conjunta e integrada das polícias Federal, Civil e Militar. Além disso, a mobilização reúne diferentes forças de segurança pública para reforçar a execução das ordens judiciais expedidas.

A ação conjunta visa enfraquecer a atuação do grupo investigado, que mantinha operações em múltiplos pontos do país. Dessa forma, as equipes policiais trabalham no cumprimento dos mandados para paralisar as atividades ilícitas da organização.

Ofensiva concentra ações em nove cidades baianas

Na Bahia, apontada como o principal foco da Operação Eirene II, os mandados judiciais são cumpridos em nove municípios estratégicos. As diligências abrangem a capital Salvador e cidades do interior do estado.

Entre os municípios baianos alcançados pela operação estão Jequié, Mutuípe, Laje e Vitória da Conquista. As equipes policiais também atuam em Ilhéus, Itapetinga, Serrinha e Brumado para localizar os alvos da investigação.

O cumprimento simultâneo dos mandados nessas localidades busca neutralizar pontos de apoio e atuação da facção criminosa. A presença policial nos diferentes municípios visa impedir a fuga de suspeitos e a ocultação de provas.

Ação busca desarticular estrutura de facção

O objetivo central da megaoperação é desarticular a estrutura funcional da organização criminosa que atua nos quatro estados. Além do tráfico de drogas, o grupo é investigado por práticas sistemáticas de homicídios e extorsões.

A investigação aponta que a rede criminosa mantinha ramificações complexas para dar suporte aos crimes praticados. O avanço sobre esses núcleos busca interromper a cadeia de comando e a execução de novos delitos.

A articulação entre a Ficco e as polícias locais visa garantir a efetividade das buscas e prisões relativas aos investigados. As ações contínuas nos endereços alvos têm como meta desestruturar completamente o grupo.

Forças operam em São Paulo, Minas e Goiás

Além do território baiano, a Operação Eirene II cumpre mandados em pontos estratégicos dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. A presença da polícia nesses estados confirma o alcance interestadual da facção.

A atuação coordenada permite o cerco a suspeitos que operavam fora do estado da Bahia. As diligências simultâneas impedem o alerta entre os membros da organização criminosa localizados em diferentes regiões.

As polícias dos estados envolvidos atuam em suporte às equipes da Polícia Federal e da Ficco. A integração garante o cumprimento rápido e seguro das determinações expedidas pela Justiça.

Investigadores buscam novas provas de crimes

Com as buscas realizadas durante a manhã, as forças policiais trabalham para reunir novos elementos de prova sobre a atuação do grupo criminoso. Os materiais apreendidos nos endereços devem instruir os inquéritos em andamento.

As provas recolhidas visam subsidiar o detalhamento dos crimes de lavagem de dinheiro, extorsão e porte ilícito de armas. Os investigadores analisam o fluxo de informações e materiais recolhidos durante as abordagens.

O conjunto probatório resultante da operação fortalecerá as acusações formais contra os integrantes da rede criminosa. O trabalho de análise segue de forma contínua com base nos recolhimentos feitos nos quatro estados.

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