Candidatos ao Senado pelo Pará aparecem em uma lista com 13 nomes para as eleições de 2026. O material consultado indica que os eleitores do estado escolherão dois senadores, em uma renovação equivalente a dois terços da representação paraense na Casa.
Segundo os dados fornecidos, o Pará tem 6,2 milhões de eleitores distribuídos por 144 municípios. A relação inclui nomes de 12 legendas e federações, mas a situação das candidaturas pode mudar até o registro definitivo e deve ser conferida nos canais oficiais da Justiça Eleitoral.
Pará escolherá dois senadores
Nas eleições de 2026, cada eleitor paraense poderá votar em dois candidatos ao Senado. A disputa ocorre porque duas das três cadeiras do estado estarão em renovação, conforme o material que deu origem à lista.
O Senado Federal, junto com a Câmara dos Deputados, forma o Congresso Nacional. Entre suas atribuições estão elaborar, alterar e revogar leis, além de fiscalizar as ações do Poder Executivo.
O eleitorado informado para o Pará soma 6,2 milhões de pessoas. Desse total, 769,2 mil têm voto facultativo, segundo os dados apresentados.
Lista reúne 13 nomes
A relação apresenta 13 candidatos para as duas vagas. Ela inclui servidores públicos, parlamentares, professores, uma contadora, uma assistente social, um empresário, um policial militar e um eletricista.
Entre os nomes listados estão Breno Guimarães (Mobiliza), Celso Sabino (PDT), Chicão (União), Conti (Psol), Coronel Jonildo (DC) e Delegado Éder Mauro (PL).
Também aparecem Edlaine Rodrigues (Democrata), Fernanda Lopes (UP), Gizelle Freitas (Psol), Helder Barbalho (MDB), Lívia Noronha (Solidariedade), Willem da Silva (DC) e Zequinha Marinho (Podemos).
Candidatos informam perfis profissionais
Breno Guimarães é apresentado como servidor público estadual, com ensino superior completo. Celso Sabino também aparece com essa ocupação e o mesmo grau de instrução.
Chicão é descrito como deputado. Conti aparece como servidor público federal, enquanto Coronel Jonildo é identificado como policial militar. Delegado Éder Mauro consta na lista como servidor público estadual.
Edlaine Rodrigues é contadora; Fernanda Lopes, professora de ensino médio; Gizelle Freitas, assistente social; e Helder Barbalho, empresário. Lívia Noronha é apresentada como professora de ensino superior, Willem da Silva como eletricista e assemelhados, e Zequinha Marinho como senador.
Números variam entre 123 e 800
Os números eleitorais informados na lista são diferentes entre os candidatos. Breno Guimarães aparece com o número 333; Celso Sabino, com 123; Chicão, com 444; e Conti, com 500.
Coronel Jonildo é associado ao número 277, enquanto Delegado Éder Mauro aparece com 222. Edlaine Rodrigues tem o número 355, e Fernanda Lopes, o 800.
Gizelle Freitas aparece com 505; Helder Barbalho, com 151; Lívia Noronha, com 777; Willem da Silva, também com 277; e Zequinha Marinho, com 200. A repetição do número 277 na relação deve ser conferida na base oficial antes da publicação de qualquer guia definitivo.
Coligações concentram oito legendas
Parte dos nomes aparece vinculada a coligações ou federações. Chicão e Helder Barbalho são associados à composição “O Pará Tá Junto”, que reúne PSD, União Progressista, PSB, Republicanos, Brasil da Esperança, PSDB Cidadania, MDB e Avante.
O material também informa que Conti e Gizelle Freitas integram a Federação Psol-Rede. Lívia Noronha aparece vinculada à Federação Renovação Solidária, formada por PRD e Solidariedade.
Para os demais nomes, a relação registra que não se aplica composição de coligação. A organização partidária, contudo, pode depender da validação dos registros e das informações oficiais do processo eleitoral.
Dados ainda exigem confirmação oficial
A lista consultada traz nomes completos, datas de nascimento, ocupações, escolaridade, partidos, números e composições eleitorais. No entanto, o material também recomenda confirmar os registros no Tribunal Superior Eleitoral.
Essa verificação é necessária porque candidaturas podem sofrer alterações até a etapa de registro definitivo. Além disso, informações cadastrais e partidárias precisam coincidir com a base oficial disponibilizada pela Justiça Eleitoral.
Assim, os 13 nomes devem ser tratados como a relação apresentada no material consultado para a disputa ao Senado no Pará em 2026, e não como uma confirmação independente da situação jurídica de cada candidatura.


