Nova pesquisa realizada pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (23), aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto no primeiro turno, mas é seguido de perto pelo senador Flávio Bolsonaro (PL).
O levantamento detalha o comportamento do eleitorado brasileiro no cenário estimulado, evidenciando a concentração de votos nos dois principais polos da política nacional. Além disso, a pesquisa mapeia o desempenho de outros candidatos que tentam viabilizar suas candidaturas para o pleito marcado para outubro de 2026.
O cenário nacional permanece concentrado em torno das principais figuras políticas do país, refletindo o alinhamento de grande parte do eleitorado. Os dados coletados demonstram que a corrida eleitoral mantém os patamares de polarização observados nos últimos anos, exigindo atenção redobrada das campanhas.
Lula lidera intenções de voto na pesquisa
No cenário estimulado de primeiro turno divulgado pelo levantamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na liderança com 45,8% das intenções de voto. O petista mantém sua base consolidada de apoio enquanto busca ampliar sua vantagem de olho na disputa marcada para os próximos meses.
A proximidade dos números indica que a campanha eleitoral de 2026 tende a ser marcada por forte competitividade em todas as regiões do país. Os estrategistas políticos avaliam o impacto desses primeiros percentuais na definição das futuras alianças partidárias.
O acompanhamento contínuo da opinião pública permite mensurar as variações no humor do eleitorado brasileiro diante dos recentes acontecimentos econômicos e sociais. Partidos políticos intensificam articulações com base nesses resultados preliminares.
Flávio Bolsonaro aparece logo atrás
Logo atrás na disputa, o senador Flávio Bolsonaro registra 43,4% das intenções de voto no cenário estimulado de primeiro turno. O parlamentar do PL consolida-se como o principal representante da oposição na corrida pelo Palácio do Planalto.
A disputa pela Presidência da República em 2026 registra um cenário de acirrada polarização entre os principais nomes cotados para o Palácio do Planalto.”
AtlasIntel
A marca alcançada pelo senador evidencia a força do capital político associado ao seu grupo no cenário nacional atual. O desempenho reforça a polarização que deve dominar os debates e os programas eleitorais em breve.
Analistas políticos apontam que a manutenção de patamares elevados por ambos os concorrentes principais restringe o espaço de manobra para candidaturas de centro. A disputa direta polariza as atenções dos eleitores desde os primeiros movimentos oficiais da campanha.
Candidatos buscam espaço na disputa
Em um patamar mais distante na pesquisa, Renan Santos, do movimento Missão, anota 4,5% das intenções de voto. Ele é seguido por Augusto Cury, do Avante, que foi testado pelo instituto e atingiu a marca de 2,1% no cenário estimulado.
Atrás deles, Ronaldo Caiado, do PSD, aparece com 1,3% das intenções de voto, enquanto Romeu Zema, do Novo, registra 0,9%. O grupo de eleitores que afirma ter intenção de votar em outros nomes soma 0,8% do total apurado.
Os eleitores que declaram voto em branco ou nulo representam 0,7% da amostra, ao passo que aqueles que não sabem responder totalizam 0,5%. Esses percentuais menores ilustram a dificuldade de inserção para nomes alternativos fora do eixo principal.
Metodologia detalha escopo do estudo
A pesquisa AtlasIntel responsável pelo levantamento entrevistou um total de 5.015 eleitores em todo o país. O trabalho de campo foi realizado entre os dias 17 e 22 de setembro, utilizando o método de recrutamento digital aleatório conhecido como Atlas RDR.
O instituto informou que a margem de erro estimada para os resultados é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, considerando um intervalo de confiança de 95%. A contratação do estudo foi realizada pela Bloomberg.
O registro oficial do levantamento foi efetuado perante o Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo identificado como BR-04739/2026. A conformidade legal garante a transparência dos dados divulgados para o público geral.


