A Guarda do rei Charles III realizou no Palácio de Buckingham uma cerimônia em memória das vítimas dos ataques de 11 de setembro de 2001. A homenagem marcou os 25 anos da tragédia.
A apresentação retomou um gesto histórico autorizado pela rainha Elizabeth II poucos dias depois dos atentados. Na ocasião, o hino norte-americano foi tocado durante a troca da guarda.
O ato reuniu música, protocolo e memória em uma demonstração pública de solidariedade. A cerimônia reforçou os vínculos históricos mantidos entre o Reino Unido e os Estados Unidos.
Guarda Real executa homenagem
A Banda dos Coldstream Guards apresentou músicas ligadas à memória e à tradição norte-americana. O repertório incluiu Amazing Grace, Hymn to the Fallen e marchas militares.
Os hinos nacionais dos Estados Unidos e do Reino Unido também fizeram parte da cerimônia. A seleção musical reforçou os laços históricos entre os países.
A homenagem ocorreu diante de representantes britânicos e norte-americanos. O ato recordou as quase três mil pessoas mortas nos ataques realizados em 2001.
Charles mantém tradição da mãe
Após os atentados, Elizabeth II autorizou excepcionalmente a execução do hino dos Estados Unidos durante a troca da guarda em Buckingham, demonstrando solidariedade.
Vinte e cinco anos depois, Charles retomou o simbolismo durante a cerimônia. A iniciativa conecta o atual reinado a uma manifestação pública marcante de sua mãe.
A repetição do gesto também destaca o papel diplomático da monarquia. Cerimônias e símbolos expressam proximidade entre países aliados em momentos de memória coletiva.
Representantes acompanham cerimônia
Charles não compareceu pessoalmente e foi representado pelo príncipe Richard, duque de Gloucester, e por Birgitte, duquesa de Gloucester.
O embaixador dos Estados Unidos no Reino Unido, Warren Stephens, acompanhou o evento. Cerca de 40 convidados britânicos e norte-americanos participaram da homenagem.
A presença diplomática reforçou o caráter bilateral do ato. A programação lembrou vítimas, familiares e profissionais que atuaram no resgate após os ataques.
Rei já visitou memorial
Em abril de 2026, Charles e a rainha Camilla visitaram o Memorial Nacional do 11 de Setembro durante uma viagem oficial aos Estados Unidos.
O casal depositou flores, conversou com familiares de vítimas e encontrou socorristas que trabalharam após os atentados. A agenda incluiu outros compromissos oficiais.
Em discurso ao Congresso norte-americano, Charles afirmou que o sofrimento foi sentido em todo o mundo e destacou a solidariedade entre britânicos e norte-americanos.


