Lula lidera com 40% e Flávio Bolsonaro tem 35% na corrida pelo Pará

Novo levantamento estatístico detalha o cenário da corrida para 2026 na região norte do país.

Da
Redação
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Pesquisa Quaest detalha o cenário eleitoral no estado do Pará para a disputa presidencial.Reprodução
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto no primeiro turno para a eleição presidencial no estado do Pará, registrando 40% da preferência do eleitorado. Os dados fazem parte de uma pesquisa realizada pelo instituto Quaest, divulgada neste sábado (26), que aponta um cenário de forte polarização na região norte do país para a disputa de 2026.

Logo atrás do atual chefe do Executivo federal aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), que marca 35% das intenções de voto na sondagem estimulada. A proximidade entre os dois principais colocados evidencia a competitividade do colégio eleitoral paraense na corrida presidencial, movimentando as articulações dos partidos e coligações locais para os próximos meses.

A margem de erro técnica do levantamento estatístico registrado permite observar de perto o desempenho dos candidatos na região. A condução do processo eleitoral no estado ganha relevância estratégica devido ao peso do eleitorado local e ao reflexo das agendas federais na Região Norte.

Candidatos pontuam na disputa

Além dos dois primeiros colocados que lideram as preferências no estado, a pesquisa da Quaest mapeou o posicionamento de outros nomes na corrida presidencial para o Palácio do Planalto. O escritor Augusto Cury (Avante) figura na terceira posição do levantamento, alcançando 7% das intenções de voto registradas no Pará.

Na sequência, o cenário apresenta um empate técnico entre outros participantes da disputa ao cargo executivo federal. Renan Santos (Missão) e o governador goiano Ronaldo Caiado (PSD) aparecem com 2% das intenções de voto cada um, conforme os dados divulgados pelo instituto de pesquisa neste sábado.

Os demais concorrentes citados pelo levantamento estadual não pontuaram na preferência dos eleitores ouvidos durante o período da consulta. A lista de nomes sem pontuação inclui Edmilson Costa (PCB), Samara Martins (UP), Romeu Zema (Novo), Rui Costa Pimenta (PCO), Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU), Leonardo Avalanche (PRTB) e Veterinário Wilson Grassi (Democrata).

Eleitores indecisos e abstenções

O levantamento também mensurou o comportamento do eleitorado em relação aos votos brancos, nulos e à parcela da população que ainda não definiu sua preferência para o pleito presidencial. De acordo com os números oficiais da pesquisa Quaest, os eleitores que pretendem votar em branco, nulo ou declarar abstenção somam 4% do total.

Já o percentual de eleitores indecisos que ainda não sabem em quem votar ou preferiram não declarar candidato atinge 10% no estado do Pará. Esse grupo representa um espaço importante de conquista de votos para as campanhas na reta decisiva que antecede a votação oficial marcada para o próximo ano.

A presença desse contingente de eleitores sem voto consolidado reforça a necessidade de estratégias direcionadas por parte das equipes políticas. O convencimento desse público pode alterar o peso relativo dos principais candidatos até o dia do pleito no primeiro turno.

Metodologia e registro oficial

A pesquisa realizada pela Quaest ouviu presencialmente um total de 804 eleitores no estado do Pará. O trabalho de campo para a coleta das opiniões e intenções de voto ocorreu entre os dias 22 e 25 de setembro, capturando o cenário político vigente no período.

Segundo as informações técnicas divulgadas com o levantamento, a margem de erro estimada é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O intervalo de confiança estatística utilizado pelo instituto responsável pela pesquisa é de 95% para os resultados obtidos.

O registro oficial da pesquisa perante a Justiça Eleitoral foi realizado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O protocolo que valida o levantamento sob as normas vigentes é o BR-04603/2026, com encomenda formal da TV Liberal e contratação pela Rede Globo.

Eleitores definem cenário político

A repercussão dos números no Pará demonstra como a corrida presidencial mobiliza forças políticas tradicionais e novas legendas em âmbito estadual. A definição das estratégias de campanha tende a se intensificar nas próximas semanas na região norte.

Analistas políticos apontam que a disputa pelo voto do eleitorado paraense reflete os debates econômicos e sociais incursos no país. As visitas de lideranças nacionais ao estado devem se tornar mais frequentes no decorrer do calendário eleitoral.

Com o registro oficial validado e o panorama detalhado pela sondagem, os partidos ajustam alianças locais para consolidar bases de apoio. O desempenho dos candidatos na reta final continuará sendo monitorado por novos levantamentos estatísticos.

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