O Conselho Curador do FGTS aprovou em 10 de setembro a ampliação do orçamento de subsídio habitacional para R$ 13 bilhões em 2026. A medida beneficia o programa Minha Casa, Minha Vida.
Antes da decisão, o programa já contava com R$ 12,5 bilhões liberados no ano. Assim, a aprovação acrescenta R$ 500 milhões ao montante, após pedido do Ministério das Cidades.
Conselho eleva o subsídio habitacional
O novo valor aprovado pelo Conselho Curador do FGTS eleva o orçamento de subsídio habitacional de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões em 2026.
A decisão alcança o Minha Casa, Minha Vida, programa que recebe os recursos liberados pelo fundo para essa finalidade.
Com a ampliação, o orçamento destinado aos subsídios habitacionais do programa aumenta R$ 500 milhões.
FGTS financia descontos às famílias
Os recursos do FGTS são usados para conceder descontos às famílias beneficiárias do Minha Casa, Minha Vida.
Dessa forma, o orçamento aprovado pelo conselho está vinculado aos subsídios habitacionais oferecidos dentro do programa.
O Ministério das Cidades solicitou a ampliação dos recursos, que foi aprovada pelo Conselho Curador do FGTS.
Faixa 1 passa a R$ 3.200
O limite de renda familiar mensal da Faixa 1 passa de R$ 2.850 para R$ 3.200.
Na Faixa 2, o teto de renda familiar mensal sobe de R$ 4.700 para R$ 5.000.
Já a Faixa 3 tem o limite elevado de R$ 8.600 para R$ 9.600 por mês.
Faixa 4 amplia teto de renda
A Faixa 4 do Minha Casa, Minha Vida é voltada à classe média e foi criada no ano passado.
Nessa faixa, o limite de renda familiar mensal aumenta de R$ 12 mil para R$ 13 mil.
Com isso, as quatro faixas listadas para o programa passam a ter limites de renda familiar mensal maiores.


